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REITOR DA UCM CONFERE POSSE AOS NOVOS DIRECTORES DA FAGREFF E FCA

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REITOR DA UCM CONFERE POSSE AOS NOVOS DIRECTORES DA FAGREFF E FCA

As Faculdades de Ciências Agronómicas (FCA) e a de Gestão de Recursos Florestais e Faunísticos (FAGREFF) da Universidade Católica de Moçambique (UCM), têm oficialmente desde Sexta-feira, 23 de Janeiro, novos Directores.

O Mestre Aldo Covane como Director da FAGREFF, em substituição do Mestre Viegas Nhenge e o Professor Doutor Padre Francisco Alves como Director da FCA, que também substitui o Engenheiro Sueco Cipriano. Estes foram empossados pelo Magnífico Reitor da UCM, Professor Doutor Padre Filipe Sungo, cerimónias testemunhadas pelo Bispo de Lichinga, Sua Excelência Reverendíssima Dom Atanásio Canira, autoridades civis, comunidade académica, entre outros convidados.

Para o Reitor da UCM, a cerimónia de tomada de posse, é um momento de gratidão pelo trabalho desenvolvido pelos antecessores, é ainda de renovada esperança para a vida académica da instituição. Por isso, agradeceu aos dirigentes cessantes nas duas Unidades Orgânicas, pois no seu entender, estes demonstraram ao longo do seu mandato, dedicação, sentido de responsabilidade institucional, compromisso de serviço inabalável com a qualidade académica da Universidade, um património que se deve preservar e engrandecer.

O Professor Doutor Padre Filipe Sungo fez questão de descrever as qualidades dos novos directores, destacando o percurso académico e posições de liderança.

Com relação ao novo Director da Faculdade de Ciências Agronómicas, Prof. Doutor Padre Francisco Alves, o dirigente da UCM sublinhou que a sua experiência académica, pastoral e institucional, constitui uma base sólida para liderar a Unidade Orgânica, num tempo em que se exige visão estratégica, capacidade de escuta, promoção da investigação aplicada e uma forte ligação às comunidades e aos desafios concretos de Moçambique.

E sobre o recém-empossado na FAGREFF, Mestre Aldo Covane, o Reitor frisou que, a sua trajectória, aliada a capacidade de gestão, visão estratégica e compromisso com os valores humanistas que norteiam a nossa Universidade, confere-lhe competências necessárias para liderar a FAGREFF com rigor científico, responsabilidade académica e um espírito de serviço à comunidade. Acrescentando que, a UCM confia plenamente no seu potencial para fortalecer a FAGREFF como espaço de produção de conhecimento, de formação integral e de compromisso efectivo com o desenvolvimento sustentável do país, em linha com os princípios éticos e cristãos que nos orientam.

Intervindo nas cerimónias, os empossados agradeceram pela nomeação, agradecimentos que se estenderam aos seus antecessores.

À comunidade académica, o Professor Doutor Padre Filipe Sungo, Magnífico Reitor da UCM, apelou à colaboração leal e à corresponsabilidade institucional, para que a Universidade Católica de Moçambique continue sendo um centro de excelência, inovação e serviço ao bem comum.

Não estando alheio a situação que o país atravessa, concretamente a emergência por conta das cheias e inundações, o Reitor solidarizou-se com as vítimas, endereçando as mais sentidas condolências pela perda dos seus entes queridos. Ainda nesta acção de solidariedade, Sungo falou sobre a necessidade de juntar as mãos pelos irmãos afectados pela intempérie, com gestos de cuidado, inclusão e justiça social, partilhando o pouco que cada um tem com aqueles que, pela fúria das águas, perderam tudo.

A chamada de atenção foi extensiva aos agentes económicos, o dirigente fez um apelo à responsabilidade social e moral, para que estes não se aproveitem da situação para aumentar injustamente os preços de bens essenciais nas zonas afectadas.

Solidariedade activa é também o que se pede à sociedade civil e comunidades locais, para que, neste tempo de provação, prevaleça a cultura do cuidado, da partilha e do apoio mútuo aos mais vulneráveis, concluiu o Reitor da Universidade Católica de Moçambique.

Dados avançados pelo Instituto de Gestão e Redução de Risco de Desastres (INGD) na sua última actualização, indicam que as cheias já afectaram no país mais de 600 mil pessoas desde 7 de Janeiro, houve registo de 12 óbitos, 45 feridos e quatro desaparecidos, com mais de 90 mil pessoas acolhidas em centros de acomodação.

Por: Rogério Maduca – Assistente Técnico de Comunicação

Fotos: FCA e FAGREFF


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