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IED PROMOVE ESTUDO SOBRE GESTÃO DA FLORESTA DO MANGAL EM NHANGAU

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IED PROMOVE ESTUDO SOBRE GESTÃO DA FLORESTA DO MANGAL EM NHANGAU

Uma equipe da Extensão Universitária do Instituto de Educação à Distância, constituída de colaboradores dos Departamentos de Acção Social, HIV/SIDA & Gênero e a Pastoral, realizaram um inquérito na Unidade E, Bairro Tchonja, vulgo “Praia da Casa Partida”, no Posto Administrativo de Nhangau, distrito da Beira, em Sofala, subordinado ao tema “Gestão da Floresta do Mangal”.

Pretende-se com o estudo, avaliar a gestão da floresta do mangal, que tem sido alvo de actividades humanas, esta que impacta nas alterações climáticas e erosão. Ciente de que as zonas costeiras são áreas propensas a ocupações desordenadas pelas populações que buscam subsistência a partir de recursos naturais, como a madeira e diversas espécies marinhas.

A maioria parte da população residente nas zonas costeiras, e aliado ao crescimento populacional, recorre à floresta do mangal para a sua subsistência, dedicando-se à produção de carvão vegetal, construção de residências e venda de estacas para diversas finalidades. Esta prática tem consequências ecológicas como degradação da floresta do mangal, perda de serviços ecossistêmicos, erosão e mudanças climáticas.

Para se inteirar da situação do abate indiscriminado do mangal, a equipe da Extensão Universitária do IED, procedeu ao inquérito junto das populações residentes na zona costeira do Bairro de Tchonja, na Praia da Casa Partida, do Posto Administrativo de Nhangau, como forma de se obter informações relevantes para desenho de propostas de realização de palestras de sensibilização de uso sustentável da floresta do mangal.